Futuros Possíveis — número 37

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Como vivemos num país essencialmente preto, indígena, miscigenado e, ao mesmo tempo, racista, excludente, pensado e construído para um ideal de branquitude, espaços de discussões, de aquilombamento, de exposição da história, da filosofia, da estética preta e indígena são necessários e bem-vindos.

FUTUROS POSSÍVEIS
Amarello número 37 — edição impressa
Capa de Silvana Mendes
Editor: Zé Manoel
Editores convidados: Gean Ramos Pankararu, Gil Alves, Hanayrá Negreiros e Pâmela Carvalho

Índice:
Eu sou a minha própria embarcação, por Luedji Luna
Alberto Pitta recebe o Amarello Visita por Gil Alves
Voltar para casa é um longo caminho, por Mayra Sigwalt
Resgate, por Nelson D
Um olhar Pankararu sobre a Missão Mário de Andrade, por Maria Nazaré dos Santos
Memória e tecnologia: a música indígena contemporânea, por Renata Tupinambá
A preferência é ser chamada de negona: de Ilê Aiyê a Racionais MC’s, a musicalidade negra é instrumento de reeducação racial no Brasil, por Pâmela Carvalho
O poder da voz, por Gean Ramos Pankararu
Beatriz Nascimento: uma compilação, por Bethânia Nascimento
A importância do rio São Francisco para as comunidades quilombolas do território quilombola Águas do Velho Chico, por Ingrete Alves Dantas
Moda, identidade e (re)conhecimento, por Dayana Molina
Sobre as experiências africanas e indígenas nos quilombos brasileiros, por Stephane Ramos da Costa
Entre mares e travessias: afetos, rotas trançadas e memórias negras, por Hanayrá Negreiros e Juh Almeida
Portfólio: Denilson Baniwa
Eu sou um homem (I am a man), por Zé Manoel
Pardo é papel: Maxwell Alexandre, por Luísa Kiefer
O pensamento indígena contemporâneo e o papel da mulher na cultura Pankararu, por Elisa Urbano Ramos
“O amor é coisa que mói, muximba. E depois o mesmo que faz curar”: resenha de ‘Tudo sobre o amor: novas perspectivas’, de Bell Hooks, por Pâmela Carvalho
Geração Tombamento: Afrofuturismo e pluralidade estética como ferramentas políticas de descolonização de corpos negros, por Priscila Carvalho
Dois e dois são dois: Kênia Freitas e Fábio Kabral
Adupé Obaluaê, por Gil Alves
Nove expoentes da cultura indígena que você tem que conhecer, por Gean Ramos
Afetocolagens: desconstrução de visualidades negativas em corpos negros, por Silvana Mendes
Itcoisa: A arte da olaria
, por Gil Alves

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