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Pinacoteca do Estado de São Paulo
ArteCulturaMúsica

Do ouvido absoluto ao relativo: as múltiplas audições do Escuta

por Francisco Bley

No início do mês de novembro, aconteceu a estreia do Escuta. O projeto foi idealizado pelo Instituto de Apoio à Orquestra Sinfônica do Paraná e consiste em um ambiente online de entrevistas com diversos profissionais do setor artístico e cultural do Brasil, trazendo a música como eixo principal. A primeira temporada foi gravada na Pinacoteca de São Paulo e contou com a participação de Rita Von Hunty, Jessé Souza, Ivan Vilela e Rodrigo Pederneiras. A segunda temporada foi gravada na Sala São Paulo e participaram Joice Berth, Arthur Nestrovski, Fernanda Pitta e Zé Ibarra.

Projeto Escuta e Francisco Bley recebem Rita Von Hunty em seu primeiro episódio

Duas das entrevistas da primeira temporada já foram lançadas: Rita von Hunty estreou a página do Escuta discutindo diferentes noções de cultura e o papel atual das artes na sociedade. O vídeo foi lançado em conjunto com o Tempero Drag, canal da professora no Youtube. A segunda entrevista, com o compositor, violeiro e professor na Universidade de São Paulo, Ivan Vilela debateu ideias importantes sobre música regional, o movimento do Clube da Esquina e o neoliberalismo na indústria musical.

A partir do olhar plural de diferentes artistas, produtores culturais, curadores e educadores, o Escuta busca ampliar as audições sobre onde reside a relevância do fazer artístico no atual contexto brasileiro. A potência do projeto também está na reunião de distintos pontos de vista em relação à arte, congregando, por exemplo, desde a atuação da drag queen e arte-educadora Rita Von Hunty, até o diretor artístico da maior orquestra do Brasil, Arthur Nestrovski.

As entrevistas são conduzidas por Francisco Bley, diretor do IAOSP, instituição que tem como objetivo a democratização da música de concerto e o suporte às atividades do grupo orquestral de mais de 35 anos.

Em 1985, ano de criação da Sinfônica do Paraná, o setor cultural brasileiro ainda apostava com frequência na concepção de “corpos estáveis”. Estes seriam os projetos de longo prazo e de estrutura relativamente fixa que estariam vinculados aos grandes teatros do país. No caso do Teatro Guaíra, que abriga a OSP desde sua inauguração, o otimismo em relação à ideia de estabilidade foi também traduzido na criação de uma companhia de dança – o Balé Teatro Guaíra, criado em 1969. 

Dos anos 1980 até os dias de hoje, tornou-se compreensível, pouco a pouco, que a confiança na perpetuidade dos corpos estáveis poderia ser uma crença menos absoluta do que se pensava. No caso da OSP, que conta com uma média de 80 músicos no palco em cada apresentação, o passar dos anos trouxe ainda mais complexidade para o financiamento das atividades artísticas. Além disso, o tempo trouxe à tona a necessidade de ações concretas que mantivessem o público interessado nas apresentações do grupo.

Diretor artístico da OSESP, Arthur Nestrovski é um dos convidado da segunda temporada do Escuta

Em 2020, a pandemia trouxe questões ainda mais sensíveis para o universo das orquestras, e na Sinfônica do Paraná as ações precisaram migrar para o mundo digital. Foi nesse contexto de urgência sobre o repensar das rotas e dos propósitos que o Escuta foi criado. 

As entrevistas serão publicadas quinzenalmente às quartas-feiras, 20h, na página @_escuta, no Instagram. As próximas conversas, com o sociólogo Jessé Souza e o bailarino e coreógrafo Rodrigo Pederneiras, irão ao ar nos dias 01 e 15 de dezembro, respectivamente.

No último episódio, o Escuta recebeu o músico e pesquisador Ivan Vilela:

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