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A Volta do Cortejo: um conto Amarello e Gucci

Em uma coreografia de luz e sombra, Gucci e Amarello apresentam A Volta do Cortejo, um conto quimérico, imaginado para exaltar a dualidade do espírito brasileiro, que incorpora inúmeras camadas, num movimento entre o encantamento e a ilusão.

A cantora e compositora Maria Luiza Jobim em cena do filme A Volta do Cortejo

No filme, Cabeção é um símbolo da cultura popular. Intenso e cativante, o personagem simboliza a fantasia, o lúdico e a magia da alegria, formas que se encontram perdidas num momento de fragilidade, fraqueza e insegurança. Recluso em um ambiente tomado por desilusão e incertezas, Cabeção encontra em Maria Luiza Jobim a ajuda que poderá romper com o isolamento e renovar suas perspectivas. A cantora e compositora será o elemento responsável por entregar brilho, vida e elegância à realidade sombria, assim como o Carnaval inspira a renovação da esperança no coração do seu povo.

Em uma história de reformulação do presente, o passado se coloca também em movimento, ao vestir Maria Luiza com o icônico terno de veludo vermelho da Gucci, concebido em homenagem à peça original, desenhada pelo estilista Tom Ford. Na releitura do diretor criativo Alessandro Michele, a peça unifica a potência artística e a sensualidade do estilista norte-americano, refletindo-as no trabalho realizado no brilho do tecido.

Maria Luiza veste terno Gucci, inspirado na peça original, desenhada pelo estilista Tom Ford

Na marca que o próprio Michele define como um laboratório de hacking, no qual recupera incursões estéticas e as metamorfoseia para o mundo da moda, a peça vestida por Maria Luiza desafia a silhueta de Marilyn Monroe, o glamour da antiga Hollywood, enfrenta o charme discreto da burguesia e os limites da alfaiataria masculina para aventurar-se no tempo, renascendo – assim como o Carnaval – para reafirmar constantemente a sua elegância e singularidade.

Assista A Volta do Cortejo, um conto Amarello e Gucci:

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