#16RenascimentoCulturaSociedade

Conversa com Fernando Schüler

por Eduardo Andrade de Carvalho Eduardo Wolf

Em um período de tempo extremamente curto, uma única cidade, a Florença do século XV, deu ao mundo mais pintores, arquitetos, políticos e intelectuais do que enormes regiões do globo durante séculos. E não foi a primeira vez que o fenômeno aconteceu: a Atenas do século V a.C. nos deu de Sófocles a Péricles, de Sócrates a Aristófanes. Obviamente, não são apenas as chamadas belas artes que são capazes de nos impactar desse modo: o fenômeno econômico-social da Alemanha ou do Japão do pós-Guerra, ou ainda a força criativa do Vale do Silício nos Estados Unidos são exemplos de que, para além das artes e da vida cultural, da economia à política, o florescimento de grandes sociedades é um fenômeno tão recorrente quanto fascinante, sempre marcado por uma aura de mistério.Pois bem: o que falta (se é que falta) ao Brasil para viver uma explosão criativa que chancele o florescimento…

Este conteúdo é exclusivo para assinantes

Assine ou para ter acesso a todo o nosso conteúdo.