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Entre o alarme e a esperança: a Amazônia é o que se esquece no Brasil

por Gustavo Freixeda

Aos sons florestais brasileiros do maestro Villa-Lobos, o novo Presidente da República sobe a rampa do Planalto. Mas, calma lá, a cena não é como as de posses anteriores. Dessa vez, Luiz Inácio Lula da Silva está acompanhado por um inesperado comitê — enfim, representantes verdadeiros do povo dão aqueles passos. Dentre essas 8 pessoas, escolhidas, temos um símbolo da luta indígena: Cacique Raoni. A mensagem é clara: se o decano dos povos originários foi selecionado para passar a faixa ao presidente, então os horizontes definitivamente são outros. Depois de um período em que a barbárie deixou pautas importantes congeladas em abnegação, escutam-se os solfejos expansivos de, quem sabe, um projeto de país mais humano e ambientalista. O canto de esperança, de um novo momento, é mais do que bem-vindo, é necessário.

Entre as pautas que merecem atenção está a maior floresta tropical do mundo. No livro Arrabalde: Em busca da Amazônia, João Moreira Salles escreve: “Como diz o fotógrafo Luiz Braga, nascido no Belém: a Amazônia é o que se esquece do Brasil. É resto, arrabalde.”

Renomado cineasta, Moreira Salles produziu filmes importantes ao lado de seu irmão, Walter, como Central do Brasil (1998), eterno injustiçado ao Oscar daquele ano, e Abril Despedaçado (2001), adaptação da obra homônima de Ismail Kadaré. Dos filmes que o próprio assinou a direção, destacam-se o ótimo No Intenso Agora (2017), documentário que mistura imagens de arquivo de protestos políticos ao redor do mundo com filmagens de sua mãe e amigos em uma viagem à China em 1966, e o novo-clássico Santiago (2007), que conta a história do mordomo da família Salles por mais de 30 anos. João é um dos principais nomes do cinema brasileiro contemporâneo, e seu trabalho tem sido fundamental para a valorização e divulgação da cultura brasileira no mundo todo. 

Além do vetusto currículo no cinema, é fundador da Piauí, revista em que publicou a série de artigos que deu origem ao poético, impactante e informativo Arrabalde: Em busca da Amazônia.

“É nosso dever civilizatório proteger a Amazônia.”

O livro é um relato sobre a experiência de Moreira Salles na Amazônia, resultado de um período de seis meses em que morou no Pará. Apesar do ponto de partida ser pessoal, é como se um bastão de fala fosse passado de personagem a personagem, apresentando-nos aos detalhes um panorama geral da preocupante situação amazônica. Em termos de formato, chega a ser difícil definir: reportagem, história, literatura, poesia, diário, uma multiplicidade de gêneros narrativos dos quais o autor habilmente lança mão. Os meses passados na região aconteceram depois que ele mesmo se deu conta de que jamais tinha passado mais do que 4 dias por ali. Por quê?, se perguntou e, como resposta, se pôs a escrever. 

A perspectiva de que a região amazônica é deixada de lado e negligenciada pelo restante do país permeia todas as matérias que formam o mosaico que é o livro. Capítulo a capítulo, o autor constata que, para além do governo e da população brasileira não-amazonense, as cidades dali também estão de costas para a floresta. Faz lembrar aquele verso de Chico Buarque, da canção Subúrbio, sobre o Rio de Janeiro diz: “Lá tem Jesus/ E está de costas”. 

A palavra arrabalde significa um lugar que fica longe, aonde não se vai. E, pelo que João nos diz, boa parte dos amazônidas também não vão à Amazônia, apesar de ocuparem o seu bioma. Grande parcela das pessoas que se mudaram para lá nas décadas de 1960 e 1970 não foram movidas pela curiosidade do que existia lá. Pelo contrário, essas pessoas foram até lá com uma certa missão de apropriação, algo com um caráter “civilizatório” para lá de condenável e condescendente. “E isso se resume”, relata o documentarista numa entrevista, “numa frase que ouvi de um cara que estava na varanda da casa dele, olhando para o pasto e a lavoura que ele criou e disse: ‘Quando cheguei aqui, não tinha nada’”. É sintomático o quão clichê chega a ser o cenário de uma forte presença de turistas estrangeiros visitando a Amazônia e poucos, para não dizer nenhum, turistas brasileiros fazendo o mesmo.

É como diz Moreira Salles: a relação do Brasil com a Amazônia se assemelha à de colonizador e colônia. O país ocupa a Amazônia sem querer conhecê-la, como se estivesse praticando um “colonialismo indiferente”. Essa atitude é resultado da falta de curiosidade e afeto por uma região tão importante para o país.

“Exercemos uma espécie de colonialismo indiferente, ocupamos sem querer conhecer. É mais fácil destruir o que não está investido de curiosidade e afeto.”

Quando pensamos no estado de abandono, desprezo e criminalidade ao qual a região foi relegada pelo governo de Jair Bolsonaro e pelos militares de seu entorno, é difícil não se enfurecer — supondo, claro, que você tenha um mínimo de consideração pelas gerações futuras. Pensar que, em pleno século XXI, com a humanidade chegando a níveis tão complexos de tecnologias e conectividades, o garimpo ainda se dê com tanta frequência pode ser simplesmente revoltante. É bem verdade que essa vista grossa vem sendo feita categoricamente há tempos e tempos, desde que samba é samba, inclusive em mandatos anteriores do atual presidente. Mas também é verdade que os números aumentaram na última tetralogia presidencial. 

“Os militares sempre tiveram a obsessão da soberania. A grande ironia é que nesses quatro anos o Estado brasileiro perdeu a soberania da Amazônia.”

Um mínimo de reparação é o que se espera daqui adiante.

O tom alarmista de João Moreira Salles, no entanto, vem com um imprevisível quê de encorajamento, quase que um paradoxo subjacente que serve para nos direcionar aos bons auspícios que podem estar presentes no amanhã. É fato: “destruímos” muito a Amazônia, o que, é claro, não deveria ter acontecido. Mas isso, neste momento, estranhamente pode ser visto como uma vantagem comparativa que o Brasil tem em relação ao resto do mundo. Estamos, afinal, em um mundo em emergência climática e a melhor tecnologia para capturar carbono da atmosfera ainda é a árvore. Não existe hoje nenhuma solução tecnológica superior. Não há nenhuma máquina que puxe carbono e enterre carbono no solo como as árvores, que fazem isso de forma extraordinariamente eficiente. E as árvores no trópico fazem isso de maneira muito mais eficiente do que as que crescem num clima temperado. Mais do que nunca, o mundo precisa da Amazônia, ainda que nos auges de suas respectivas derrocadas. Que comece o levante.

No meio das denúncias, passagens históricas, comentários políticos, apresentações esmiuçadas de ativistas de hoje e de ontem, há no livro de Moreira Salles um deslumbramento autêntico, digno de uma pessoa apaixonada pelo que escreve e tenta salvar. A beleza, a diversidade, o intangível, tudo isso está presente tanto na Amazônia quanto nas palavras de quem a descreve. 

O arrabalde não é a Amazônia, conclui, mas sim o resto do Brasil. Essa, ao menos, deveria ser a lógica. Por ora, não é assim.

Enquanto Salles apresenta um compêndio mais pessimista sobre a Amazônia, outros autores apresentam perspectivas mais positivas. Um exemplo digno de menção é o livro Brasil: Paraíso Restaurável, de Jorge Caldeira, Julia Marisa Sekula e Luana Schabib, que apresenta uma visão bem mais otimista do futuro. Aborda a possibilidade de uma nova era para a Amazônia, em que ela poderá se tornar um modelo de desenvolvimento sustentável para o mundo. A obra se inicia com um panorama histórico do Brasil desde a colonização, passando pelo império e pela república até os dias atuais, explicando como a construção da identidade nacional, a formação do Estado e as políticas públicas moldaram a sociedade brasileira atual. E como, consequentemente, formamos a nossa relação com a Amazônia. 

Ao longo do livro, o trio de autores destaca as contradições e paradoxos que caracterizam o Brasil, como a desigualdade social, a corrupção e a falta de infraestrutura. A proposta desse caminho é explicar o porquê de medidas ambientais serem tão dificilmente aplicadas, especialmente em termos de mentalidade. Mais do que diretrizes de governo e incentivos econômicos: a mudança tem de estar arraigada em valores e crenças. É preciso, aqui e em qualquer lugar, que cada país busque em si as fontes imaginativas para criar a tapeçaria ideal para que se alcance o almejado “paraíso restaurável”. No caso da Alemanha, a motivação teria vindo do romantismo alemão; nos países asiáticos, do taoísmo e do budismo. E por aí vai, cada qual com as suas feições. O que vemos na capa do livro é uma representação do mapa do mundo sob a ótica do potencial de se gerar vida, tanto animal como vegetal. Sob esse critério, o Brasil é a maior potência do planeta, rivalizada apenas pelo conjunto de todos os países africanos. Somos, querendo ou não, o epicentro da economia verde — eis a nossa chamada para a ação.

Brasil: Paraíso Restaurável disserta acessivelmente sobre a transição de uma matriz energética poluidora para uma matriz renovável de energia solar e eólica. Caldeira, Sekula e Schabib detalham ponto a ponto, quase país a país, qual exatamente é o contexto global no que diz respeito à essa transição.

Fora os Estados Unidos, os grandes governos mundiais têm feito sua parte. Mesmo a China, a despeito de sua fama de “poluidora”, há uma década vem investindo em fontes renováveis de energia e já é, desde 2014, líder global em energia gerada por usinas solares. Até o mercado financeiro, inimigo-mor de tantas pautas progressistas, tem respondido com fundos que olham para os impactos sociais e ambientais de seus investimentos. Considerando o contexto, o Brasil é um país cuja matriz elétrica é consideravelmente renovável, mas que ainda não tomou uma decisão consciente rumo à sustentabilidade. Ainda não estamos ajudando como podemos. Mas podemos chegar lá com uma transformação cultural.

Embora as perspectivas de Salles e de outros autores variem um pouco de tom, elas não precisam ser vistas como contraditórias. Arrabalde traz uma importante reflexão sobre a negligência que a Amazônia sofre, e o contraponto apresentado por Brasil: Paraíso Restaurável mostra a possibilidade de mudança e renovação. Juntos, eles podem nos levar a uma compreensão mais completa e realista da situação da Amazônia e do papel que ela desempenha no Brasil.

Cacique Raoni, Villa-Lobos, humanidade, ambientalismo, uma caminhada pela rampa do Planalto que ainda está longe de acabar: embrenhado entre o alarme e a esperança, esse Brasil verde e de todas as cores pode acontecer.

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Visões de futuro: Amazônia e sua arqueologia aérea

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A Floresta Amazônica é a maior floresta da Terra, com aproximadamente 7 milhões de quilômetros quadrados. Não é formada por um tipo único de vegetação, mas por distintos ecossistemas: florestas densas de terra firme, florestas estacionais, florestas de igapó, campos alagados, várzeas, savanas, refúgios montanhosos e formações pioneiras.

Ao buscar Amazônia no mapa, surge um ponto no meio do verde vasto que diz: “Amazônia, Maior floresta tropical e…” As reticências fazem parte do nome – só desaparecem com o excesso de zoom. Quando a aproximação fica extrema, a ponto de apresentar o contorno das árvores, o título cresce para: “Amazônia, Maior floresta tropical e biodiversidade.”

É curioso pensar na relação das reticências com esta Floresta, justo o sinal de pontuação que indica uma ideia que ficou por terminar. Dona de uma história inconclusiva, a Amazônia parece não caber nas palavras. Estima-se que a presença humana na região começou há cerca de onze mil anos. Povos ágrafos – sem escrita – representam a maioria. 

A extensa biodiversidade é acompanhada de uma proporcional sociodiversidade. Apesar da ausência da grafia, estima-se que mais de mil línguas foram faladas na região até o século 16. Segundo o lingüista Aryon Rodrigues, a quantidade de línguas caiu para cerca de 240.

A lógica eurocêntrica de conhecimento não possui métodos que dêem conta de desvendar tamanha especificidade e complexidade cultural. Entretanto, muitos ramos da ciência dedicam-se à região, e a arqueologia tem papel fundamental – provando que os modos de interação com os recursos naturais eram completamente diferentes do que estamos propondo hoje para a região.

Há cerca de um mês, inúmeras notícias traduziram descobertas arqueológicas lideradas por Heiko Prümers. O grupo de pesquisa, que trabalha na região desde 1999, encontrou pirâmides, canais e estruturas incrivelmente complexas na região de Llanos de Mojos, na Bolívia. Os resultados foram publicados no dia 25 de maio de 2022, na revista Nature.

Décadas antes, outros pesquisadores já vinham decifrando a presença de assentamentos semelhantes, de grande e médio porte, próximos ao Alto Xingu, no Brasil e em toda a borda sul da Amazônia. Mas o grande impacto do estudo tem a ver com duas coisas: a precisão da escala e o acesso às imagens. As estruturas chegam a 4.500 quilômetros quadrados, que só se tornaram visíveis graças a uma tecnologia chamada LIDAR, na qual um laser ligado a um helicóptero escaneia a área.

A tecnologia é capaz de criar uma rede de pontos que apura a topografia. Depois, digitalmente, é possível distinguir a densidade do que foi escaneado – permitindo que toda a vegetação seja subtraída da imagem. O resultado é tão inédito – e improvável – que parece se tratar do reconhecimento do solo de um outro planeta. 

A escala permite que a estrutura seja considerada ‘urbana’. Além disso, o mapeamento foi capaz de revelar dois grandes centros monumentais, cercados por áreas periféricas – aos moldes de uma cidade típica, hierárquica. Isso entra em contraste com outros sítios arqueológicos da Amazônia, que possuem áreas dispersas, sem a nitidez de um centro.

Como o solo não possui pedras, as construções são feitas de terra e algumas outras matérias orgânicas, como madeira, cipó e palha. Além das pirâmides, há evidências de canais elevados, calçadas, plataformas, terraços, reservatórios e um sofisticado sistema de abastecimento e irrigação – permitindo o cultivo mesmo nas estações secas. Além disso, muros de fortificação foram erguidos ao redor das estruturas principais.

Um aprendizado se destaca: o sistema de gestão de terras e águas, prova a sustentabilidade de uma cidade que coexiste com a natureza sem degradá-la. Há hipóteses de que esse povo, nomeado como Casarabe, habitou a região por novecentos anos – de 500 a 1400 d.C., um século antes da chegada da colonização européia. Supõem-se que o despovoamento tenha sido efeito de guerras, epidemias e/ou secas severas. 

É apenas o princípio de uma descoberta que poderá ressignificar o passado – e o futuro – da grande floresta do mundo. O fato da região amazônica ser habitada por ágrafos não diminui a transmissão de sabedoria desses povos. São saberes inscritos em ações, em modos de vida. O desenvolvimento humano era – e é – vinculado ao desenvolvimento da natureza: em que sociedades convivem, mantêm e até melhoram os meios que a sustentam.

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